20 abril 2015

Convite à Reflexão, pelo Espírito Deolindo Amorim

FotoQuando encarnado, Deolindo Amorim foi um ilustre conferencista, escritor e divulgador do Espiritismo, procurando sempre realçar os seus aspectos doutrinários. Nesse sentido, não media esforços para diferenciar a visão espírita das demais concepções do espiritualismo.

Uma vez desencarnado, continua mantendo o seu interesse pelos assuntos palpitantes da doutrina e do movimento espírita.

Neste livro, ele aborda a relação dos espíritas com o espiritismo, mediunidade e ciência, globalização e tolerância, educação, problemas familiares, livros e editoras espíritas, com toda a sua conhecida firmeza e sinceridade.

Eis alguns títulos dos seus 20 artigos:

Ideias e instituições
Kardec e Jesus
Consequências do Espiritismo
A caridade e a vida além-túmulo 
Globalização e Espiritismo
A vida futura
Mediunidade e doutrina

Fonte de Consulta

SOUZA, Elzio Ferreira de (Psicodigitação e notas). Convite à Reflexão, pelo Espírito Deolindo Amorim. São Paulo: Instituto Lachâtre, 2012.



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18 abril 2015

18 de Abril, Dia Nacional do Espiritismo

FotoNo Brasil, o Dia do Espírita é comemorado em 18 de abril.

O Espiritismo é a doutrina codificada por Allan Kardec. 18 de abril é uma data relevante, pois expressa a primeira edição de O Livro dos Espíritos, em 1857. A doutrina, de tríplice aspecto (filosofia, ciência e religião), tem por objetivo buscar uma melhor compreensão do mundo e das relações dos encarnados com os desencarnados. 

A base desta doutrina assenta-se, principalmente, nas cinco obras: O Livro dos Espíritos, O Livros dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno, e A Gênese. Segundo Kardec, esta é uma doutrina que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, assim como também da forma como eles se relacionam com o mundo corporal e suas consequências. Os espíritas acreditam na possibilidade de comunicação com os Espíritos através de médiuns. 

Os princípios da Doutrina Espírita, quando bem conhecidos e meditados, ajudam-nos sobremaneira em toda e qualquer situação, pois são a base para a clareza e a justiça de nossas ações. Além do mais, estão alicerçados também na moral evangélica trazida por Jesus Cristo. 


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15 abril 2015

Mídia e Família

Foto"O Espiritismo será aquilo que dele fizerem os homens." (Léon Denis)

A mídia engloba jornais, revistas, televisão, cinema etc. Em se tratando da televisão, há um apelo intenso ao consumismo de toda espécie, inclusive o sexual. As crianças estão entrando cada vez mais nova no sistema de consumo: celulares, carros, comidas. Muitas delas recebem dinheiro e já têm até conta bancária. Gastam sem saber o valor de se ganhar dinheiro com o próprio esforço.  

As famílias aumentam os seus gastos, mas a entrada depende de trabalho produtivo, coisa que as crianças não estão aprendendo e, por isso, a pecha de "geração nem nem", ou seja, nem estudam e nem trabalham. Em vista disso, desenvolvem um status de dependência, para com os pais e para com governo, obrigando-os a oferecer tudo quanto julgam necessitar. Quantos filhos não matam os próprios pais porque estes lhe recusaram dinheiro para comprar drogas, por exemplo. 

Esta situação provoca a desagregação familiar. Alguns espíritas, com certa dose de razão, evocam as consequências reencarnatórias de outras vidas, em que essas pessoas foram colocadas juntas para refazerem o passado delituoso. Acontece que o Espiritismo veio para ajudar a superar essas limitações e não para estimular o sofrimento entre os seus membros. Podemos sofrer para resgatar débitos ou, mais acertadamente, para evoluir no bem e nos prepararmos para mundos mais ditosos. 

A falta de valores éticos e morais é uma das causas dessa desagregação. A criança se vê frente a toda a espécie de estímulos, com inúmeras atividades em que a sua agenda é mais cheia do que um executivo. Pergunta-se: onde estão os valores religiosos e morais que ajudam a contrabalançar os apelos consumistas e os instintos? A maioria delas não é educada na disciplina dos esforços constantes de progresso.  

Daí a importância da difusão da ideia espírita, para que atinja o maior número de pessoas possível. O livro espírita, as inspirações dos Espíritos superiores e o consequente pensar por si mesmo devem pautar a atuação do espírita na sociedade. Tudo isso para que os protetores do Planeta Terra possam se sentir felizes, e não como recentemente comunicou um mentor no Centro Espírita dizendo-se bastante entristecido pelos seus acontecimentos. Logicamente, reportava-se ao egoísmo das pessoas, consubstanciado nos diversos tipos de fundamentalismo. 

"O Espiritismo será o que dele fizerem o homens". Para isso, a divulgação deve estar embasada na plena vivência do espírita, tanto teórica quanto prática. 


Fonte de Consulta

SOUZA, Elzio Ferreira de (Psicodigitação e notas). Convite à Reflexão, pelo Espírito Deolindo Amorim. São Paulo: Instituto Lachâtre, 2012 (capítulo 20).




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Ciência Espírita e Vida Futura

FotoNa ortodoxia de algumas religiões, os mistérios e os dogmas são a base de todo o edifício doutrinário. Eles são considerados os artigos de fé; devem ser obedecidos, mas não criticados. No Espiritismo, costumamos falar de princípios codificados por Allan Kardec, princípios esses extraídos pelo método teórico-experimental das ciências naturais. Quer dizer, uma verdade é aceita somente depois de cientificamente comprovada. Como?

A ciência é um conjunto de conhecimentos organizados relativos a uma determinada matéria, comprovado empiricamente. A ciência espírita procede da mesma forma que as ciências naturais, ou seja, observa, experimenta, faz hipóteses e tira conclusões. O procedimento é o mesmo. A diferença consiste na natureza das percepções consideradas. Na ciência natural, a percepção é sensorial; na ciência espírita, extra-sensorial, a mediunidade. 

A mediunidade é um meio, meio de intercâmbio entre o mundo visível e o mundo invisível. Diz-se que ela é uma faculdade humana em que se estabelecem relações entre os seres humanos e os Espíritos. A mediunidade é a chave da comprovação científica, pois sem ela não teríamos como nos relacionar com os que partiram antes de nós, nem entrar em contato com Espíritos superiores para obter novos conhecimentos. 

vida futura, dogma do catolicismo, torna-se um princípio no Espiritismo, um princípio fundamental da Doutrina Espírita, porque a vida futura pode ser comprovada pela mediunidade. São os próprios Espíritos que vêm nos contar a sua situação no mundo dos desencarnados. Não é uma tese, uma lucubração filosófica e religiosa, mas a elaboração filosófica do que se observou e se extraiu das comunicações desses Espíritos. 

Allan Kardec, em O Céu e o Inferno, traz-nos relatos de Espíritos em diversas situações: Espíritos felizes, Espíritos em condições medianas, Espíritos sofredores, suicidas, criminosos e arrependidos, Espíritos endurecidos e expiações terrestres. Nesses capítulos, podemos ter uma resposta para as perguntas: para onde iremos? O que acontecerá além-túmulo? Estaremos melhor ou pior? Continuaremos a existir ou seremos destruídos para sempre?

Em vista do exposto, cabe-nos exercitar a fé raciocinada, ou seja, colocar tudo sob o guante da ciência espírita: divulgar a doutrina com conhecimento de causa e não simplesmente de ouvir falar. 



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14 abril 2015

Globalização, Civilização e Espiritismo

FotoA globalização, que alguns preferem chamar de mundialização, não é fenômeno apenas dos dias presentes. Desde a antiguidade, vemos que há esforços para a universalização dos conhecimentos adquiridos em economia, direito, política, religião, entre outros. Historicamente, a imprensa teve um papel relevante, pois permitiu que, depois da sua invenção, o conhecimento se tornasse popular e pudesse atingir a todos, inclusive os mais simples.

A globalização tem relação com o progresso técnico. As  novas tecnologias, que que permitem substituir a mão de obra pela máquina, propiciando ao ser humano mais tempo livre, vieram para ficar. Querer deter essa marcha é como remar contra a correnteza. O grande problema é que esse progresso não está sendo revertido integralmente para o ser humano, porque provoca desemprego, o qual tira a autonomia do ser vivente. 

Globalização e progresso têm relação com a civilização. A civilização vem do latim civilis, cidadão, civil. Etimologicamente, o termo significa ação de civilizar, de transmitir padrões de vida, reputados civis, por oposição a bárbaros, selvagens. Em seguida, civilização passou a designar o conjunto de características das sociedades julgadas mais evoluídas, tanto científica quanto tecnicamente, e pelo caráter mais racional de sua composição política, econômica e social.  

Diante das invenções e dos progressos científicos constantes, o indivíduo sente-se sozinho e desorientado. Falta-lhe o valor ético e moral para lhe dar guarida. Observe aos desmandos governamentais  corrupção e má gestão dos recursos públicos pelos quais o Brasil está passando. O que está faltando aos nossos gestores? Não seria a falta dos princípios éticos e morais, principalmente aqueles trazidos por Jesus no Sermão do Monte? 

Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos e O Evangelho Segundo o Espiritismo, traz-nos diversas informações sobre essas e outras questões. Em linhas gerais, os Espíritos superiores instruem-nos que cada um de nós deve construir o seu destino de acordo com a Lei Natural, que o adverte quando dela se desvia. Esses Espíritos estão sempre nos estimulando ao progresso e, mesmo quando nos afastamos da Lei, eles estão nos inspirando o pensamento para o bem, que é a meta por excelência do ser humano.  

Neste mundo confuso e globalizado, urge vivenciarmos e comunicarmos as ideias morais, baseadas nos ensinamentos trazidos por Jesus Cristo, para que possamos melhorar o padrão vibratório do nosso Planeta Terra. 



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09 abril 2015

O Médium e o Intercâmbio

FotoA mediunidade é meio de comunicação com os Espíritos, é um instrumento que necessita de aperfeiçoamento. Por isso, a importância dos cursos nos Centros Espíritas, principalmente os de Educação Mediúnica, bem fundamentados e com bons instrutores, para que os fundamentos doutrinários do Espiritismo sejam comunicados na sua maior pureza.

Hoje, observa-se que o progresso em todos os campos científicos depende em grande medida da capacidade de instrumentalização do ser humano. O que seria da Astronomia se ainda observássemos o espaço com as lunetas de Galileu? E da medicina, sem as imagens computadorizadas? E a comunicação de ideias, sem os recursos da Internet? Do mesmo modo, o médium precisa melhorar o seu instrumento, a sua capacidade de se comunicar com os Espíritos, principalmente calcada na moral elevada, aquela ensinada pelo mestre Jesus. 

Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns, fala-nos do processo histórico da mediunidade que, na época, pela falta dos médiuns mais aptos, utilizou os iletrados. Hoje os Espíritos são mais exigentes e, dessa forma, irão procurar os médiuns que têm um arquivo mental mais apropriado ao intercâmbio de suas ideias. A alegação de que o médium iletrado é uma prova da mediunidade não se justifica, pois sabemos que, embora iletrado nesta encarnação, ele vai buscar as informações numa de suas encarnações passadas e, com isso, passar a mensagem.

O bom médium é aquele que se esforça por progredir tanto moralmente quanto intelectualmente. Embora a mediunidade não dependa da moral, urge reconhecer que o médium de moral elevada estará mais apto a se comunicar com os Espíritos superiores. Por essa razão se diz que há a mediunidade com Jesus e mediunidade sem Jesus, ou seja, a mediunidade com Jesus inspira um grau maior de credibilidade. 

No intercâmbio mediúnico, além da necessidade contínua do seu aperfeiçoamento, o médium deve também se precaver dos elogios. Às vezes, provoca-os; outras vezes, recebe-os gratuitamente. De qualquer forma, Lembremo-nos do arrependimento de Allan Kardec: "Mais de uma vez tivemos motivo de deplorar elogios que dispensamos a alguns médiuns, com o intuito de animá-los" (O Livro dos Médiuns, nº 228).

Façamos como Pietro Ubaldi, que buscava sempre elevar-se para entrar em contato com os Espíritos superiores. A sua passividade era uma passividade ativa e não passiva. 

Fonte de Consulta

SOUZA, Elzio Ferreira de (Psicodigitação e notas). Convite à Reflexão, pelo Espírito Deolindo Amorim. São Paulo: Instituto Lachâtre, 2012 (capítulo 13 Instrumentação Mediúnica). 

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07 abril 2015

História, Mente e Atitude

FotoO Espiritismo, como doutrina, leva-nos ao exercício do pensamento, pois Allan Kardec, o seu Codificador, alerta-nos que é melhor rejeitarmos nove verdades a aceitar uma única como erro. Contudo, lembra-nos, também, que o objetivo principal do Espiritismo destina-se à mudança de atitude mental, baseada numa moral elevada, trazida até nós por Jesus Cristo. 

A história tem sua importância: serve de base para a caminhada evolutiva dos seres humanos. O que seria de nós hoje, sem os fundamentos já estabelecidos por aqueles pensadores que nos precederam na romagem terrena? Muitos deles não foram guiados por Espíritos luminares? A verdade não é monopólio de ninguém, mas patrimônio comum da humanidade. Cabe-nos, assim, atualizar essas verdades em cada um de nós.  

A história mostra-nos a passagem do tempo: são os dias, as semanas, os meses, os anos e os milênios. Nesse transcorrer, um evento importante ocorreu em 1857, ou seja, o surgimento de O Livro dos Espíritos, um novo marco para o desenvolvimento do pensamento humano. Para a sua edição, Allan Kardec e os Espíritos amigos não medirão esforços, pois o Planeta Terra estava sendo preparado para uma nova etapa do progresso espiritual: a vinda do Consolador Prometido por Jesus.

O tempo tem uma característica própria: neutralidade. Cada um de nós, de acordo com nossa competência e interesse damos-lhe um verniz especial, pintando-o como melhor nos aprouver. Para a maioria da população, segunda-feira começa a semana de trabalho e domingo é o dia de descanso. O tempo, porém, não se altera: ele é o mesmo tanto na segunda-feira quanto no domingo. 

Uma atitude diante do tempo cria um evento, este evento implica consequência e a consequência um destino. Baseando-nos nesse encadeamento, cada um de nós é construtor de seu destino, pois ao agirmos de uma determinada forma, vamos construindo consequências que, no dizer de Sartre, mesmo não fazendo escolha, estamos escolhendo. Enquanto a atitude ociosa cria dificuldades, a atitude ativa promove uma futuro promissor.

Mediunidade e obsessão dependem da atitude mental, pois elas funcionam através da afinidade de mentes, de pensamentos. Por mais que queiramos culpar os Espíritos obsessores, eles somente se aproximam de nós porque abrimos o nosso canal de afinidade. Sem isso, a comunicação seria impossível. Há uma verdade capital: o problema está sempre em nós e não no outro. Por isso, os esforços da mudança comportamental. 

Estamos sempre agindo em função de um único foco? Quantas vezes desperdiçamos nosso tempo querendo estar em dois lugares ao mesmo tempo? Observe um colaborador de Centro Espírita que se inscreve num curso no mesmo dia do trabalho: numa semana vai ao curso; na outra, ao trabalho. O foco ficou dividido. Lembremo-nos da observação de um religioso que, no final de uma curso achava que estava faltando algo: foi o dia que faltou a uma das aulas. 

Urge construirmos um destino sólido. Mas como construir um destino sólido se não há solidez em nossas ações? Sejamos, assim, espíritas despertos.


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04 abril 2015

Allan Kardec Está Ultrapassado?

FotoAllan Kardec havia assinalado que a Doutrina Espirita é uma só. Podem existir escolas, mas não seitas. Nem sempre as ideias que surgem são realmente novas; muitas vezes elas precisam revestir-se das roupas da modernidade, mas continuam as mesmas ideias, sem nada modificar o que é essencial.

Não há necessidade de se repetir textualmente os ensinamentos de Allan Kardec para se dizer espírita. Observe que muitos citam as obras consideradas básicas do Espiritismo sem as ter consultado e muitos que as leram não assimilaram o seu espírito, pois não se encontravam preparados para tal façanha. Uma informação pode ser memorizada e passada aos outros. É um bom trabalho, mas não quer dizer que o transmissor tenha absorvido o seu conteúdo doutrinal. 

Ao estudarmos a obra de um autor, precisamos penetrar na essência de seu pensamento, repassando-o aos outros de forma criativa e pioneira. Em A Gênese, Kardec insistiu no fato de haver a revelação divina e a revelação humana. Quer dizer, ao lado das instruções dos Espíritos, havia a necessidade do trabalho de pesquisa (ciência) do ser humano. Estas são as características do método kardecista que fixa as distinções entre o Espiritismo e as demais filosofias e religiões na análise dos fenômenos mediúnicos. 

Há necessidade, também, de distinguir as ideias próprias de Allan Kardec daquelas veiculadas pelos Espíritos. Em A Gênese, distinguiu o pensamento dos autores espiritualistas e o ensino dos Espíritos já submetidos à triagem, com a intenção de separar o que era doutrinário daquilo que poderia vir a ser. Em Obras Póstumas recolheu os artigos encontrados em seu gabinete, os quais, evidentemente, não passaram pelo seu crivo final. 

O Espírito Deolindo Amorim, no capítulo 8 "Kardec e Jesus", de Convite à Reflexão, diz:

"Constitui uma temeridade descartar a autoria de Kardec de certos textos para concedê-lo aos Espíritos: como ele mesmo asseverou, eram trabalhos iniciais de aplicação dos princípios doutrinários. Por não fazerem esta distinção, muito mal entendido tem sido gerado na doutrina, e alguns chegam dizer que Kardec está ultrapassado, sem especificarem ao menos se, com isto, se referem ao ensinamento dos Espíritos, às lições particulares de Kardec, à sua metodologia, e, o que é pior,  em que pontos estaria ultrapassado(grifo nosso) Kardec não se dispôs a estudar todos os assuntos que a convivência com os espíritos suscitara, e nem teria tempo para realizar tal empreendimento, nem proclamou ter posto um ponto final na Doutrina Espírita". 

Todo o esforço doutrinário perderia a razão se não houvesse as aplicações do Evangelho de Cristo. Em outras palavras, sem as lições do Evangelho os frutos do Espiritismo não amadureceriam plenamente. 

Fonte de Consulta

SOUZA, Elzio Ferreira de (Psicodigitação e notas). Convite à Reflexão, pelo Espírito Deolindo Amorim. São Paulo: Instituto Lachâtre, 2012. 


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01 abril 2015

Chico Xavier Holográfico

FotoDoze anos depois da morte, Chico Xavier poderá ser visto como se estivesse vivo no memorial que leva o seu nome, em Uberaba. Em tamanho natural, o médium, sentado, abaixa a cabeça, coloca a mão esquerda na testa e começa a psicografar mensagem do além. Não é fantasma ou reencarnação do famoso médium. Chico voltará graças à holografia, a técnica que usa a profundidade e o relevo para retratar uma imagem. Se estivesse vivo, o médium faria 105 anos nesta quinta-feira.

O Memorial Chico Xavier já deveria ter ficado pronto, mas, graças aos seguidos atrasos, a imagem holográfica do médium ficará mais perfeita. O maior problema para construir o Chico virtual foi encontrar fotografias ou filmes em alta qualidade. Nas filmagens mais recentes, ele costumava sempre estar amparado por alguém, inviabilizando o recorte do corpo inteiro.

Para mais informação, acesse o jornal O Globo 
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