18 abril 2012

18 de abril: Lançamento de O Livro dos Espíritos


18 de abril é o dia de aniversário do lançamento de O Livro dos Espíritos, grande marco na história do Espiritismo e da Humanidade, pois as questões levantadas por Allan Kardec servem para todo e qualquer ser humano e não propriamente para aqueles que se dizem espíritas. Neste livro, cuja primeira edição é de 1857, está exposto, através de perguntas e respostas, todo o conteúdo da filosofia espiritualista da fé raciocinada.

Reverenciemos o aparecimento de Allan Kardec (18/04/1857), pseudônimo de Hippolyte Leon Denizard Rivail, nascido em 3 de outubro de 1804.
ver mais

16 abril 2012

Nascer, Morrer, Renascer...


Nascer, Morrer, Renascer Ainda e Progredir Sempre – Tal é a Lei


Este foi o título do Seminário, realizado pela USE/Tucuruvi nas dependências do Centro Espírita Ismael, em 15/04/2012, das 14 às 18h.

Temas e Palestrantes



Tadeu Artur Cavedem, da cidade de Itu, tratou das “Chegadas e Partidas”, explicando-nos pormenorizadamente, sob a ótica espírita, as frases da letra da música de Milton Nascimento, intitulada “Encontros e Despedidas”. Passou-nos a ideia de que devemos viver intensamente cada “encontro” de nossas vidas, pois não sabemos o momento que iremos nos “despedir” de nossos entes queridos.


Cláudia Mandato Gelernter, da cidade de Vinhedo, discorreu sobre “Precisamos Falar sobre a Morte”, em que procurou desmistificar o tema “morte”, orientando-nos sobre a educação para a morte, inclusive, começando pelas crianças, que nas sociedades modernas tem a morte interditada.




Vânia Mugnato de Vasconcelos, da cidade de Jundiaí, abordou o tema “Reencarnação é Lei, não Castigo”, explicando-nos a diferença entre prova, expiação e missão. Ressaltou, também, a necessidade de usarmos os recursos da fé raciocinada, para bem compreendermos os fundamentos doutrinários espíritas. 

Para mais informações sobre esta palestrante, entre em:  

Assista ao Vídeo das três Palestras



ver mais

13 abril 2012

Santíssima Trindade


Santíssimo vem de santo. Santo significa essencialmente puro, perfeito. Santíssimo é o superlativo de santo, ou seja, extremamente santo.  Trindade é a união de três pessoas distintas num só Deus. As três pessoas do dogma cristão: Pai, Filho e Espírito Santo. Figuradamente, quaisquer grupos de três elementos.

Tríade e Trindade, embora representem um grupo de três elementos, não significam a mesma coisa. A palavra “tríade” aparece em diversas religiões, demonstrando o aspecto trinitário da divindade. A diferença fundamental com relação ao termo “Trindade” é que este último, baseado na revelação, dá-nos a entender a existência três pessoas distintas num único Deus. A teologia, por seu turno, faz esforços hercúleos para compreender a Trindade. Para tanto, usa conceitos como hipóstase, pessoa, essência, processão e relação

Vejamos um exemplo de Tríade. Os Druidas, sacerdotes celtas na Europa pré-romana, desenvolveram um sistema religioso baseado exclusivamente nas Tríades.  Em linhas gerais, usavam os termos Annoufn (círculo da necessidade), Abred (círculo do desenvolvimento) e Gwynfyd (desfrute da plenitude). Objetivo: passar do abismo Annoufn para as alturas sublimes do Gwynfyd. 

Teófilo de Antiloquia, no fim do século II e Tertuliano, no princípio do século III, já empregavam o Deus único em três pessoas. O mistério surge quando a Igreja propõe a presença, no seio de Deus único, de três pessoas distintas, mas iguais e substanciais. É a partir daí que começam a surgir contradições entre fé e razão, pois a razão poderia levar à negação do mistério.

As hipóteses que surgiram foram: 1) serem três pessoas distintas; 2) do monarquismo, em que Deus está no topo; do subordacionismo, em que Deus é mais importante do que o Filho e este mais do que o Espírito Santo. A Igreja, para evitar esses tipos de contradições, orocedeu à definição solene da fé, em que a Santíssima Trindade pode ser definida assim: “mistério de três pessoas realmente distintas em uma só e a mesma substância, natureza ou essência; ou mais brevemente: mistério de um só Deus em três pessoas”.

Para o Espírito Emmanuel, o dogma da Trindade é uma adaptação da Trimûrti da antiguidade oriental, que reunia nas doutrinas do bramanismo os três deuses – Brama, Vishnu e Siva. Para José Herculano Pires, o dogma Trindade é proveniente dos mitos da Trindade antiga como, por exemplo, o mito egípcio (Osíris, Isis e Horus). Com base nesses mitos, a Igreja pode incluir Cristo como a segunda Pessoa da divindade.

A Doutrina Espírita postula a individualidade de cada Espírito, quer esteja encarnado, quer desencarnado. Nesse caso, é impossível que um mesmo Espírito se divida em três. Além do mais, para o Espiritismo, Deus não é pessoa, mas a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. 

Apresentação em PowerPoint

Mais textos em PowerPoint: http://www.sergiobiagigregorio.com.br/powerpoint/powerpoint.htm

Texto em PDF
ver mais

12 abril 2012

Conheça o Espiritismo

ver mais

Palavra do Presidente: Março de 2012


Neste mês, queremos enfatizar a importância da recepção numa Casa Espírita, pois aí está o “cartão de visita” de qualquer entidade, quer seja pública, quer seja privada. Este tipo de trabalho não pode ser relegado a pessoas despreparadas, que não têm nenhum conhecimento da Doutrina Espírita e, principalmente, do Centro Espírita que frequenta. 

Por isso, os Centros Espíritas deveriam organizar, periodicamente, um curso rápido para formação de recepcionistas e atendentes de porta.  Seria até interessante  que as pessoas  mais antigas  do Centro participassem  dessas reuniões, dispondo, depois, de um dia para esse nobre trabalho.

Observe a satisfação daquele que ensaiou uma, duas, dez vezes para ir ao Centro e recebeu o apoio, as palavras amigas que o reconfortam e lhe dão ânimo. Imagine que tivesse sido atendido por um atendente despreparado. Qual seria a sua reação? Qual o seu desapontamento.

Cuidemos para que os frequentadores saiam satisfeitos e tenham uma boa impressão do Centro Espírita, no caso o Centro Espírita Ismael. Que, a propósito, mantém o Curso de Formação de Entrevistadores, coordenado pela Dona Eunice Gomes, e o Curso de Passe Espírita, pelo Sr. José Antenor Gomes Filho.

Leia o jornal em: http://www.ceismael.com.br/cei/jornal/jornal-atividade-marco-2012.pdf
ver mais

04 abril 2012

Opção Fundamental


“Há homens que são bons e ocasionalmente praticam más ações e homens que são maus e ocasionalmente praticam boas ações”.

Opção fundamental é a disposição interior de atuar na vida. Tem relação com a liberdade, mistério que nos leva agir de determinada forma. Dado o nosso livre-arbítrio, podemos optar por qualquer tipo de comportamento: vicioso ou virtuoso. Em termos religiosos, os valores da opção fundamental podem ser reduzidos à contraposição agostiniana: o amor a Deus até o desprezo de si mesmo ou o amor de si mesmo até o desprezo a Deus

A criança, em tenra idade, não tem maturidade para fazer as suas opções na vida. Os pais ou responsáveis devem fazer essa escolha por ela. Os mais velhos devem matriculá-la numa escola, instruí-la numa religião e coisas do gênero. Somente quando atingir uma idade mais avançada, com alguns traços de responsabilidade, deve-se ir liberando-a para as suas próprias escolhas. 

Na Bíblia, não se fala em opção fundamental; o que está em jogo é a obediência a Iahweh. Quem obedece a Deus, tem a vida eterna; quem desobedece, a morte eterna. Nessa opção está a essência da vida. No Novo Testamento, quem não está com Cristo está contra ele. Cristo é a pedra angular do escândalo. Paulo, por sua vez, fala que há corações abertos e corações fechados à mensagem de Cristo.

Presentemente, há as diversas chamadas da mídia para a fuga de nossos deveres religiosos. Não nos iludamos com esses atrativos. Capacitemo-nos, ao contrário, em seguir o mestre Jesus onde quer que ele nos mande.  

Fonte de Consulta

IDÍGORAS, J. L. Vocabulário Teológico para a América Latina. São Paulo: Paulinas, 1983.

ver mais