02 novembro 2011

Tornar um Hábito a Prática do Bem

Quanto mais ouvirmos notícias sobre morte, assassinatos, ocupação de prédios públicos, assaltos..., mais deveremos pensar no bem. Quando o bem se rende ao mal, este toma corpo e, com o tempo, acaba dominando o próprio bem. Observemos a ocupação do prédio da reitoria da USP. Quem os ocupou? Não foram os alunos que estão estudando, querendo se formar em uma profissão. Esses, com certeza, não têm tempo para tal atividade.

Analisemos esse fato à luz da seguinte frase: “Aquilo que o homem semear, isso mesmo colherá”. Ao semearmos a mentira, a falcatrua, a desordem e a rebeldia, teremos forçosamente que colher mentira, falcatrua, desordem e rebeldia. A lei natural é inexorável. Por isso, muita precaução quando estivermos sendo engolidos pelos apelos da multidão. Esta não pensa; age mais por emoção, por impulso, por comoção.

O mal nada mais é do que a ignorância com relação à Lei Natural. O desrespeito à lei é um indício de que o infrator deverá sofrer as suas consequências. Observe o excesso de alimento, que conduz ao sobrepeso, do álcool, que conduz à doença, da droga, que conduz ao câncer etc. Não resta dúvida: todo excesso é prejudicial. Por isso, habituemo-nos a pensar sempre no bem, procurando um lampejo de racionalidade no meio das trevas dos acontecimentos diários.

A leis naturais foram colocadas no âmago de nossa consciência. Como as esquecemos, temos de ser lembrados. Ao escrevermos sobre essas leis, estamos lembrando a nós mesmos e a todos aqueles que porventura lerem aquilo que acabamos de escrever. Adquiramos o hábito de divulgar o bem, a boa nova do mestre Jesus e os ensinamentos dos Espíritos superiores. Tudo isso vai criando um reflexo condicionado no bem, em vez de sê-lo no mal.

O hábito é tudo na vida. Diz-se, inclusive, que o ser humano a tudo se habitua. Forçoso nos é formar hábitos salutares, aqueles que nos elevam e nos fazem transcender os fogos-fátuos do dia a dia.

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