11 novembro 2011

No Combate ao Mal

Quando o mal se nos apresenta, o nosso primeiro impulso é combatê-lo, guerreá-lo, extingui-lo.

Quase sempre, esse procedimento é feito pela violência, que gera mais violência, de resultados pífios quanto ao verdadeiro combate do mal.

Os instrutores espirituais orientam-nos que esta forma de combater o mal, embora útil e necessária em certas circunstâncias, apenas o circunscreve e o limita.

Para combatê-lo com eficácia, o Espírito Emmanuel propõe-nos:
  • O melhor processo de extinguir a calúnia e a maledicência é confiar nosso próprio verbo à desculpa e à bondade.
  • O recurso mais eficiente contra a preguiça é o nosso exemplo firme no trabalho constante.
  • O meio mais seguro de reajustar aqueles que desajudam ao próximo é ajudar incessantemente.
  • O remédio contra a maldição é a bênção.
  • Os antídotos para o veneno da injúria são a paz do silêncio e o socorro da prece.
Como vemos, para vencer o mal não podemos ter meia-vontade, preguiça e falta de entusiasmo. Há necessidade de uma transformação interior, ou seja, fazer o bem aos que nos fazem o mal, perdoar àqueles que nos causam problemas, atitudes nem sempre fáceis no mundo materializado que ainda vivemos.

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